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Raio-X das lesões na Série A: Flamengo é quem mais sofre com lesões em 2022

O começo de temporada é o maior pesadelo dos DM’s dos clubes brasileiros, que sofrem com a sobrecarga de jogadores lesionados a cada ano que passa. Confira quem mais vem sofrendo com a alta carga de jogos imposta pelo calendário em ano de Copa


Luciano sofreu com uma sequência de lesões e desfalcou o São Paulo em diversas partidas de 2021 - Foto: Portal Ciência da Bola


A temporada do futebol brasileiro começou há quase 5 meses com os estaduais e o início do Campeonato Brasileiro e Copa do Brasil, além das competições continentais, Conmebol Libertadores e Conmebol Sul-Americana, e já sobrecarregam mais da metade dos elencos da Série A.

A maratona de jogos, normalmente com uma partida a cada três dias, faz com que até os elencos mais “reforçados” como Atlético-MG e Flamengo tenham problemas, principalmente com o número de lesões que aumenta a cada partida.

Neste trabalho de apuração realizado pela equipe do Dimensão Esportiva, que contempla um recorte desde o início da temporada até a 5ª rodada da Série A, você poderá conferir quais clubes mais sofrem com lesões no futebol brasileiro em 2022. Na metade do Brasileirão e ao final da temporada, atualizaremos o Raio-X de lesões.


Paulo Henrique Ganso teve nova lesão muscular detectada no jogo contra o Palmeiras pelo Brasileirão, no dia 08/05 - Foto: TNT Sports


Dos clubes presentes na Série A do Campeonato Brasileiro, o Flamengo é o que mais vem sofrendo com jogadores machucados, principalmente com problemas musculares. Dos nove atletas no departamento médico, apenas dois não possuem lesão ligada ao músculo, diretamente ligada ao excesso de esforço e, nesse caso, jogos em sequência que a equipe vem disputando.

Times como Internacional, Santos, RB Bragantino, Goiás, Ceará, Atlético-MG e América-MG possuem ao menos dois atletas com lesões musculares nos seus respectivos DM’s, sem contar outras contusões com grau de gravidade maior. Já Botafogo, Palmeiras, Fluminense, Corinthians e Juventude acabam por ter um lesionado muscularmente dentro de cada um de seus departamentos, mas possuem outros casos de lesões mais sérias, como Jailson (Palmeiras), com uma lesão no ligamento cruzado, e Paulinho (Corinthians), com lesão no ligamento do joelho.


Flamengo é o time que mais sofre com lesões na atual temporada - Foto: ColunaDoFla


Origem das lesões musculares

O esforço excessivo e a grande quantidade de jogos no período atual da temporada vem causando o terror nos departamentos médicos dos clubes brasileiros, que sofrem principalmente com a presença de lesões musculares. O tipo de lesão citado ocorre de duas formas, Trauma direto, quando há um impacto direto sobre a musculatura (pode acontecer em choques conhecidos como "paulistinha" ou "tostão"); e Estiramento, quando há uma tração excessiva, além do que a musculatura é capaz de aguentar. A falta de um trabalho reforçado de pré-temporada é colocado como um dos principais motivos para a grande quantidade de lesões dentro do futebol brasileiro. Por mais que alguns jogos-treino normalmente ocorram em clubes como Palmeiras, São Paulo, Corinthians, Flamengo e entre outros, nada chega perto da intensidade de uma partida realmente válida por alguma competição.


Lesão de Paulinho ocorreu no último dia 1º de maio, em confronto contra o Fortaleza pela 4ª rodada do Brasileirão - Foto: Ettore Chiereguini/AGIF


O acúmulo de contusões em inicio de temporada sempre foi um problema presente em todo o mundo e no Brasil não seria diferente, ainda mais com o calendário imposto pela CBF, que não oferece pausas nos campeonatos em Datas Fifa, diferente dos campeonatos europeus que interrompem as competições para partidas entre seleções. Neste ano, o excesso de partidas também se deve à Copa do Mundo, que tem início em novembro e obrigou o Brasileirão a ser condensado, terminando mais cedo que o normal.

Muita vezes, "eliminações precoces" em campeonatos de mata-mata acabam até ajudando algumas equipes, que passam a ter semanas livres ou um período maior de planejamento e descanso entre um jogo e outro. A necessidade de um tempo de recuperação entre partidas é extremamente importante para que lesões, principalmente musculares, aconteçam com uma frequência menor e, assim, os times não percam quase metade do plantel inteiro para o departamento médico.

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