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PREMIER LEAGUE - Futebol e negócios (Parte Final)

Uma das maiores ligas do mundo, um espetáculo dentro e fora de campo.


Foto: Site Oficial/Premier League


Quando perceberam o que a Premier League poderia se tornar, os presidentes concordaram em renunciar à filiação com a FA – a Football League – e continuar com o plano de criar sua própria liga, com suas regras e, com isso os rendimentos, publicidade, patrocínio e atividades comerciais iriam diretamente para eles. Eles realmente tinham a intenção de mudar tudo, quebrando um velho acordo arcaico para se desligar de uma associação que tornava o campeonato rígido demais.


Essa mudança traria alguns problemas burocráticos, claramente, principalmente com o estilo da FA de lidar com essas situações de debandada, mas era algo necessário e que os 92 clubes concordavam com o que viria a seguir. Após romper com a associação e, conseguir a benção deles para seguir o próprio rumo, definiram um ponto-chave dentro da sede, revelando uma fórmula para distribuição da receita televisiva – 50-25-25, sendo os primeiro 50% compartilhados de maneira igualitária entre os clubes, 25% baseados em transmissão e os outros 25% restantes, na posição de cada equipe, ao final do campeonato. Todos entraram num consenso. Aquele era o acordo ideal e os detalhes estavam sendo finalmente colocados num documento.


Com o passar das horas, os detalhes da negociação eram fechados no Hotel Lancaster Gate para as melhorias do campeonato, transmissão das partidas, além da visibilidade, que certamente iria aumentar para atrair o público – com isso a rentabilidade chegaria a cifras incríveis – ajudando não só a própria liga a crescer, mas também os clubes, que “encheriam os bolsos”, incentivando-os em investir para tornar o espetáculo mais vistoso (como uma diversidade de atletas com ainda mais qualidades, estádios acolhedores e atmosferas excepcionais), abrindo uma grande janela para que todos pudessem ver a grandiosidade que estava surgindo.

Foto: Site Oficial/Premier League


Em agosto de 1992 o mundo via surgir uma nova liga – juntamente com a SKY – a Premier League. Com esse tremendo aumento de visibilidade, muitos atletas e comissões de partes do planeta iniciaram durante um tempo, um processo migratório para trabalhar num ambiente diferente, numa liga completamente nova, com o objetivo de implantar ideias e convicções para um futebol vistoso e inovador.


Poderia ficar por aqui citando diversos casos, como Arsène Wenger, que treinou o Arsenal por vários anos, trazendo consigo excelentes jogadores. A turma de 92 do Manchester United com jovens estrelas que foram super campeões com Alex Ferguson. A ascensão e queda do Blackburn Rovers (mesmo sendo campeão em 94). O crescimento do Chelsea com investimentos e a chegada de grandes técnicos. Investimentos bilionários e estádios cada vez mais modernos.

Verdade seja dita, a Premier League é hoje, uma das melhores ligas para se acompanhar e admirar, não só pelo futebol, mas também pela organização e modelo de negócios. Estas e mais uma gama de curiosidades e fatos que ocorreram/ocorrem ao longo destes 30 anos, vocês podem encontrar no livro abaixo, que recomendo demais.


Fonte: ROBINSON, Joshua e CLEGG, Jonathan - A LIGA – Como a Premier League se tornou o negócio mais rico e revolucionário do esporte mundial (2020)


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