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Histórias nossas histórias 01: numa tarde tão linda de sol e de futebol, o amor apareceu

Primeiro conto da nova saga de matérias no blog do Vitor Hugo Ribeiro, com a primeira ida ao estádio para um jogo de futebol.


Paysandu 1 x 0 Santa Rosa / Foto: Arquivo pessoal

O dia era 26/05/2006, acabava de completar 8 anos de idade. Então, talvez, esse tenha sido presente daquele aniversário e daquela nova fase.


O presente não poderia ser melhor, meu irmão chega e pergunta se eu queria ir ao jogo com ele. Prontamente, sem pensar duas vezes, com a maior felicidade do mundo, disse: "Sim! Claro que sim!". Vamos lá, o jogo era Paysandu x Sport em uma linda tarde de sábado, no Estádio Mangueirão. Aquela era a 8ª rodada da Série B, o Paysandu vinha invicto dentro de casa, eram 3 jogos e 3 vitórias jogando em Belém do Pará.


Os dois times entram em campo e rola tudo aquilo que já sabemos. A tarde poderia ser perfeita pra nós que assistíamos ao confronto, mas o juiz apitou anulando o gol do Zé Augusto: "Esse seria meu primeiro gol que ia comemorar ao vivo. Que azar!"


Logo após o gol anulado, os times entram para o vestiário, o jogo permanece com um 0 a 0 bem chato até quase no fim - confesso que até hoje odeio empate sem gols, mas uso sempre uma frase que escutei de um velho amigo meu: "é melhor 1 ponto do que nenhum" - Até que, eu jurava que na minha primeira vez eu não ia ver nenhum gol, eu não ia ver como era que a rede balançava, parecia que tudo aquilo que eu via na TV era mentira. Será? Não! Fumagalli, Fumagol, como queiram, recebe a bola de um cruzamento e acerta um desvio fatal, enganando o goleiro Márcio e sacramentando a vitória do Leão da Ilha. Fim de jogo. Paysandu 0 x 1 Sport.


Meu irmão veio cansado e a cabeça inchada, a tristeza era mato, pois, com certeza, lembrava dos áureos tempos de Libertadores e Série A, talvez eu poderia estar triste também, porque os DVDs os assistia diariamente dessa época de ouro. Mas, sem tristeza nenhuma, cheguei em casa, bem rouco, contei pra minha mãe quão maravilhoso era estar em um estádio de futebol e que nunca mais queria me separar daquele lugar. Contei para todos meus amigos, uns me zoaram por conta da derrota, mas tudo bem, eu nem ligava, eu só queria fechar meus olhos e sonhar eternamente com o momento que sim, foi uma das melhores tardes de sábado que eu tive na vida e, por isso, recomendo futebol e estádio como uma terapia. No último ano, 2023, completei 25 anos, hoje com 5 meses na comunicação, digo que: quem não tem time, não tem opinião.

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