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Endrick marca novamente, mas Brasil e Espanha ficam no empate em Madri

Em um jogo muito disputado e com atuação polêmica da arbitragem, a estrela do atacante do Palmeiras já negociado com Real Madrid brilhou novamente.

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Com muita disputa e polêmicas de arbitragem, a Espanha empatou com o Brasil, por 3 a 3, na tarde desta terça-feira (27), no Santiago Bernabéu, em Madri. Os gols da partida foram marcados pelos meio-campistas Rodri, duas vezes, e Dani Olmo, para os espanhóis. Os atacantes Rodrygo e Endrick, e o meio-campista Lucas Paquetá anotaram para os brasileiros. 


O JOGO:


A partida começou com uma imposição de jogo muito grande por parte da Espanha. Os donos da casa subiram as linhas de marcação e durante os primeiros 15 minutos de duelo, houve uma dominância expressiva na posse da bola e nas ações ofensivas dos espanhóis. Eles também utilizaram bastante os pontas, com Lamine Yamal pelo lado direito e Nico Williams pelo flanco esquerdo.


Em uma dessas jogadas, aos 11’, Yamal faz grande jogada e é derrubado na área. Apesar da contestação dos jogadores brasileiros, o árbitro marcou a penalidade máxima. O meio-campista Rodri foi para a batida e abriu o placar no Santiago Bernabéu.


Daí em diante, o jogo foi ficando mais equilibrado e o Brasil conseguiu criar algumas tramas, mas com apenas uma finalização na meta defendida pelo goleiro espanhol, Unai Simón. A Espanha baixou um pouco suas linhas e começou a congestionar o meio-campo do Brasil, forçando erros de passe.


Nessas recuperações, os meio-campistas Rodri e Fabián Ruiz acionaram os pontas, que geraram muito jogo. Em outra dessas jogadas, aos 36 minutos, Yamal foi novamente lançado às costas do lateral-esquerdo brasileiro, Wendell. O jogador do Barcelona acha um grande passe para o meio-campista espanhol, Dani Olmo, que faz grande jogada com direito à ‘caneta’ no zagueiro brasileiro Beraldo e marca o segundo da Espanha.


O Brasil tentava subir a marcação e pressionar um pouco mais alto no campo e, aos 42’, essa pressão forçou um erro de Unai Simón, que teve um passe interceptado pelo atacante brasileiro, Rodrygo. O ‘Raio’ teve rápida reação e encobriu o arqueiro espanhol, diminuindo o placar para a Seleção Brasileira.


Para a etapa complementar, o técnico brasileiro, Dorival Júnior, trouxe quatro mudanças. Entraram André, Andreas Pereira, Yan Couto e Endrick. Mas as mudanças também ocorreram na postura da Seleção Brasileira, com mais atenção na marcação e saindo com mais qualidade para o jogo.


Dos que entraram, os destaques foram para Andreas Pereira, que gerou muito jogo e ajudou também a compor o meio-campo quando o Brasil não tinha a bola, e claro, Endrick. Aos 5’, em cobrança de escanteio do time brasileiro, a bola não foi afastada como deveria pela defesa da Espanha, e sobrou para o atacante do Palmeiras e que jogará pelo Real Madrid, que não hesitou e empatou o jogo.


Após sofrer o empate, a Espanha voltou novamente a pressionar o Brasil, circulando a bola na frente da área ofensiva. Porém, com muito menos eficiência, porque a equipe brasileira conseguiu ajustar alguns detalhes de marcação que não haviam acontecido na etapa inicial.


Outro ponto é que o Brasil conseguiu sair com mais qualidade, tocando a bola com paciência para encontrar os espaços. No entanto, o time brasileiro não conseguiu manter esse cenário por muito tempo e a Espanha, aos poucos, foi tomando conta do jogo novamente, mas com bem menos intensidade nas trocas de passe.


E esse jogo do time espanhol, de trocas de passe e circulação de bola, foi ficando mais lento e cada vez menos eficiente frente ao organizado sistema defensivo do Brasil. E quando se achava que o jogo caminhava empatado para o final, aos 41’, Carvajal foi lançado na área brasileira e derrubado por Beraldo. Rodri foi novamente para a cobrança e anotou mais um, dando a vantagem para o time espanhol.


E no que foi o último lance do jogo, aos 50’, Andreas Pereira abriu o jogo na direita para Yan Couto, que trouxe para a perna esquerda e cruzou. A bola encontrou Galeno, que foi derrubado por Carvajal dentro da área, pênalti para o Brasil. O meio-campista Lucas Paquetá foi para a cobrança e fez, empatando o jogo e dando números finais no Bernabéu.


THE BEST E THE BESTA NOVIBET:


The Best: Lamine Yamal


Fez uma excepcional atuação, com muita intensidade pelo lado direito e gerando muito jogo para a Espanha, assim como muitos problemas para o Brasil.


The Besta: Unai Simón


Não fez um jogo de grandes defesas e o lance no gol de Rodrygo mostrou, talvez, um excesso de confiança na qualidade na saída de bola.


OUTROS DESTAQUES INDIVIDUAIS:


Pela Espanha, os meio-campistas Rodri e Dani Olmo, e o atacante Nico Williams tiveram uma grande atuação, buscando associações e com muita qualidade nas ações ofensivas. Pelo lado do Brasil, o meio-campista Andreas Pereira veio muito bem do banco e não há como não falar do atacante Endrick. É muito diferente e tem o que um atacante precisa, presença de área e oportunismo.

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